sábado, 31 de janeiro de 2015

És tu...

O relógio estagnou. O quarto quente e comprometedor quase falava, quase dizia que me amavas de verdade. Daqueles amores eternos e espectaculares dos filmes. Daqueles amores que não existem mas o quarto fazia-se ouvir e tu... Tu e o teu sorriso com essas rosquinhas na cara fez-me acreditar que eu era "a tal". Tudo era perfeito, tudo está perfeito. E é isso que estranho. Nunca nada na minha vida foi perfeito. Serás tu que trazes a perfeição ou serei eu que já não quero uma análise acerca do porquê das coisas? Não interessa, não importa. Estás comigo e eu estou contigo. Para sempre. E "para sempre" é um termo do qual tenho um certo medo mas é o termo correcto para te descrever, para nos descrever. És o meu homem ideal, és o meu rapaz de olhos claros e moreno mas que não tem olhos claro nem é moreno, no entanto... És tu! E eu tenho a certeza disso. És tu!

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